PF pediu buscas no escritório de ex-presidente da CBF por suspeitas na Petrobras, mas juíza negou

Segundo a investigação, o escritório de Marco Polo recebeu pagamentos da Precisa Medicamentos

A Polícia Federal pediu busca e apreensão no escritório de advocacia de Marco Polo del Nero, ex-presidente da CBF, na operação que investiga suspeitas de repasses da Global e Precisa, alvos da CPI da Covid, a operadores de políticos do MDB desta quinta (30/9).

Também foram solicitadas buscas nos endereços de Marco Polo e também de Vicente Cândido, advogado e ex-deputado federal pelo PT-SP, que tinha um escritório em conjunto com o ex-dirigente da CBF.

O objetivo desses repasses aos operadores, segundo as investigações, era obter um contrato de fornecimento de remédios para funcionários da Petrobras. A Justiça Federal, no entanto, não autorizou as medidas.

Segundo a investigação, o escritório de Marco Polo recebeu pagamentos da Precisa Medicamentos sem comprovação da prestação de serviços e é suspeito de ter sido usado repetindo esquema da Claro Advogados.

O escritório Claro Advogados pertence a Luiz Carlos Claro e Gabriel Claro, delatores da operação.

Por Camila Mattoso 

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