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DF registra mais de 7 mil casos de dengue em 2021

Número de notificações teve queda de 79,9%, quando comparado com mesmo período de 2020. Saiba como se prevenir da doença

Mosquito da Dengue
Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde (SES-DF) registrou 7.058 casos prováveis de dengue, entre 3 de janeiro e 22 de maio. Esse número representa uma redução de 79,9% de notificações, na comparação com o mesmo período de 2020, quando houve 35.080 registros da doença.

Neste ano, de acordo com a pasta, cinco pessoas morreram por complicações da doença transmitida pelo Aedes aegypti. Três vítimas moravam em Ceilândia e duas em Planaltina. No ano anterior, o DF confirmou 27 óbitos por dengue.

Em relação às regiões administrativas com mais casos prováveis de dengue, estão Planaltina, com 1.573 ocorrências. Em seguida aparecem Sobradinho com 702 notificações; Ceilândia (701); Sobradinho II (520) e São Sebastião (384). Conforme a Saúde do DF, estas cinco cidades apresentaram 3.880 registros da doença, ou seja, 55% do total de casos na capital federal.

Segundo o boletim epidemiológico, atualmente, a taxa de incidência do Distrito Federal é de 231,22 casos por 100 mil habitantes.

Saiba como se proteger 

De acordo com a Secretaria de Saúde, as ações de combate ao mosquito da dengue ocorrem diariamente no DF. “Cada região de saúde conta com equipes de Vigilância Ambiental para vistoriar residências, imóveis abandonados e inclusive espaços que estão sem uso, como prédios abandonados”, informa.

Segundo a pasta, neste período de pandemia de Covid-19, as visitas domiciliares estão focadas nas inspeções dos quintais de imóveis. O órgão pede que toda a população tire 10 minutos por semana para inspecionar o quintal e possíveis áreas que podem acumular água parada.

“Os principais criadouros do mosquito Aedes aegypti continuam sendo encontrados nos quintais como, baldes sem tampa, vasilhas, pratos de plantas e caixas d’água destampadas. Por isso, não se pode descuidar da atenção a pequenos reservatórios, como vasos de plantas, calhas entupidas, garrafas, entre outros”, completa a Secretaria de Saúde.